Força e descontracção muscular

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É preciso encontrar o encontrar o ponto ideal.

Todos sabemos que num método de treino, o difícil não é começar: é manter.

Manter num nível assimilável. Evolutivo. Constante.

Para isso é necessária disciplina.
E temos de ter em conta que a nossa capacidade de contrair os músculos, reagindo a um estímulo externo, é tão vital ao ser humano como prejudicial, quando realizada em excesso. A nossa estrutura muscular, ao longo da evolução da espécie, ganhou a capacidade de reagir prontamente aos incitamentos externos que estimulam os nossos sentidos. Dessa forma, podemos reagir imediatamente a qualquer situação de risco ou ameaça que exija acção imediata.

Estar com o corpo sempre em estado de prontidão, fornecendo uma reacção rápida a um estímulo, é uma habilidade muito importante para a adaptação, desde os primórdios até aos dias actuais. Os nossos antepassados pré-históricos dependiam dessa capacidade para a sobrevivência diante de perigos naturais que os rodeavam. Passados alguns milhares de anos, a capacidade de estar com o corpo sempre apto e pronto à execução de acções continua a ser uma habilidade muito almejada seja na área desportiva, artística ou empresarial.

De nada adiantaria o treino exaustivo de um atleta, se no momento de competir ele não conseguisse ter o melhor rendimento em virtude da não prontidão corporal. Os ensaios estafantes de um dançarino seriam inócuos caso ele não conseguisse reagir rapidamente a um sinal sonoro numa exibição.

Ao mesmo tempo em que possuímos a necessidade de manter o corpo sempre disposto, com uma tensão muscular natural, conhecemos cada vez mais os malefícios resultantes do stress ou da contracção involuntária da estrutura corporal.

A principal equação consiste em manter essa energia constante, que é tão necessária, mas ao mesmo tempo, manter o corpo descontraído, sem acumular tensões excessivas.

Para equilibramos essa equação, temos de desenvolver a nossa estrutura corporal nos dois sentidos: dando mais energia para que ela execute as suas tarefas sem fadiga; e desenvolvendo a capacidade de descontracção corporal, necessária para a inibição do stress e das tensões involuntárias.

Acompanhe abaixo os principais feixes de técnicas que possibilitam esse desenvolvimento proporcional:
Técnicas que aumentam a capacidade de contracção muscular: Nesse grupo enquadramos principalmente os procedimentos orgânicos, como a técnica executada acima, que conferem mais energia ao corpo. As técnicas respiratórias, desenvolvidas no Método de Alta-Performance, também criam um superávit energético no nosso corpo, possibilitando que executemos as mesmas tarefas com um desgaste menor.

Técnicas que aumentam a capacidade de descontracção: nesse grupo enquadram-se as técnicas de relax, que têm o objectivo de desenvolver a capacidade de descontracção da estrutura corporal, face uma tensão desnecessária.

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