Quando paras

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Quando paras, o espaço retoma o tempo que deixaste para trás.

É como um feixe de luz fugidio que através de uma porta entreaberta se deixa ver, devagar, e lentamente acende as paredes de uma casa que esteve muito tempo de persianas fechadas.

Quando paras não é só o tempo que pára contigo.

São as ideias que arrumas, a vida que segue com rumo, as decisões que tomas antes de mais nada.

Quando paras vives. Vives interiormente o que ainda estás a decidir viver lá fora.

Para quando decidires voltar ao movimento, não é só o corpo que reage, é o teu todo que se levanta e caminha, que alcança e segura com a certeza de nunca mais largar.

Fotografia: Frederico Magro

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