Qual é o teu Radar?

yoga_highperformanceÉ verdade que de todos os elementos que nos constituem, o nosso corpo energético é o mais difícil de percepcionarmos e, até, de muitas vezes aceitarmos racionalmente a sua existência. O que não vemos de forma palpável, colocamos facilmente em causa.

De facto, são os nossos 5 sentidos as portas para o mundo exterior. Tudo o que estiver para além deles, é sempre mais questionável.

Será?

É sabido que todos nós temos uma vibração específica.

Emanamos uma energia que difere de todos os outros. É perceptível, por exemplo, ao entrarmos numa sala, ao aproximarmo-nos de alguém, ao cumprimentar ou dialogar.

É esse campo magnético que pode atrair ou repelir pensamentos, pessoas, acontecimentos, ou até situações por vir. Logo, tudo o que vibrar no mesmo comprimento de onda que nós, será naturalmente atraído para o nosso espaço vital: mesmo que ainda só por pensamento.

A mentalização, na realidade, é a nossa ferramenta mais poderosa de realização.

Tudo o que mentalizarmos na intenção de passar à acção concreta, tende a acontecer.

Se é certo que a nossa vibração atrai a nossa tribo, também é certo que os pensamentos que geram essa vibração, alteram definitivamente a forma como encaramos as situações mais adversas.

Num exemplo bem concreto:

Num estudo realizado sobre resiliência e emoções no rescaldo do 11  de Setembro, os psicólogos colocaram a hipótese de as emoções positivas arrancarem as pessoas de situações de crise, sendo que essas mesmas emoções permitem que os mais resilientes prosperem em qualquer circunstância.

[Fonte: What Good Are Positive Emotions in Crises? A Prospective Study of Resilience and Emotions Following the Terrorist Attacks on the United States on September 11th, 2001
Barbara L. Fredrickson, Michele M. Tugade, Christian E. Waugh, and Gregory R. Larkin
J Pers Soc Psychol. Author manuscript; available in PMC 2009 October 1.
PMCID: PMC2755263]

Fredrickson nas conclusões finais afirma: “no epicentro do turbilhão emocional gerado pelos ataques terroristas do 11 de Setembro, sentimentos flutuantes de gratidão, interesse, amor e outras emoções positivas parecem colocar em suspenso sintomas depressivos e potenciar a evolução pós-crise” .

Na secção de discussão, os psicólogos acrescentam: “a análise sugere que as emoções positivas são ingredientes activos que ajudam pessoas resilientes a prosperar, apesar dos desafios emocionais apresentados pelos ataques do 11 de Setembro.”

Sabendo tudo isso e tendo nas nossas mãos a certeza de que tudo o que pretendemos na realidade, parte de nós, coloca-nos uma responsabilidade muito maior do que, simplesmente, culparmos as condições externas, o mundo, a vida, os outros, o malfadado destino de tudo o que nos acontece, certo?

É mais profundo, é mais responsabilizante e, muito mais trabalhoso, por certo, porque exige um trabalho de conhecimento interno muito mais amplo e dedicado.

Uma das formas mais eficazes de transformar uma má vibração ou pensamento no seu oposto é , precisamente, conviver com o seu oposto.

Óbvio, não é? Mas e realizar isso? Mais abstrato, talvez..?

Não. Fácil.

Basta prestarmos atenção, estarmos atentos e alerta ao que a nossa mente e emoções nos sinalizam.

Elas são os nossos «polícias» que, na realidade, nos colocam sempre na estrada correcta, sem perigo de entrarmos em becos sem saída ou manobras potencialmente perigosas.

Sentes uma emoção pesada – convive com o seu oposto: sai de casa, vai ver aquele amigo que sempre te faz rir, acorre a um lugar onde te sentes sempre confortável, contraria sempre o que não queres para ti.

E se tudo o que vale a pena,  é trabalhoso, tudo o que mais valorizamos é o que conquistamos acorrendo ao último fôlego das nossas forças.

Era mais fácil ficar sentado no sofá à espera que passasse?

A curto prazo e de imediato, talvez fosse. Mas a longo prazo o preço seria demasiado elevado. Certamente.

Em última análise, somos sempre nós que decidimos: o que atraímos, como e quando.

O resultado, será sempre o produto daquilo que somos, ou queremos ser.

A cada pensamento, a cada palavra, o Universo escuta e responde à vibração que lhe lançámos.

Certifica-te de que é a certa.

A tua. 😉

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